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A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa propôs-se, no âmbito dos festejos dos vinte e cinco anos de ensino, reunir num mesmo espaço, dando lugar à exposição das Tecnologias da Saúde, “objectos que testemunham a evolução das várias áreas das tecnologias da saúde ao longo dos tempos.” Esta terá sido a génese do futuro Museu das Tecnologias da Saúde.

«A identidade e evolução das profissões de Diagnóstico e Terapêutica sustentam-se em grande parte no progresso científico e tecnológico que tem ocorrido desde o seu início, na área da medicina.
Perpetuar a memória das Tecnologias da Saúde é também preservar e divulgar os equipamentos que ao longo de mais de um século estiveram ao serviço da saúde e da vida das pessoas.
É esse o propósito deste conjunto de imagens aqui reunidas que se pretende sejam o estímulo e incentivo à génese de um futuro “museu” a acolher nesta Escola.
A história faz-se de memórias!»
Os equipamentos respeitantes à Saúde Ambiental, infelizmente não retratam a “evolução (…) ao longo dos tempos”.
Aparentemente são apenas e tão só, um comparador colorimétrico para pH e cloro e um luxímetro, ambos os equipamentos do século XXI.

Para a Saúde Ambiental, no futuro Museu das Tecnologias da Saúde, pede-se muito mais.
Não haverá por aí alguém com um “duplo-pote” a mais? Este equipamento foi, durante muitos anos, o único método de desinfecção da água de consumo humano dos “poços e cisternas públicas de abastecimento” que garantiam o fornecimento de água a escolas e a pequenas povoações ou aglomerados populacionais, e daria uma bela peça de museu.
Mas há mais… muito mais. Basta procurar no fundo do baú. O meu baú é pouco fundo, mas vou ver o que se arranja.

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