Não tenho por hábito expor-me em demasia.
Houve algumas ocasiões em que já o fiz, não sei se em demasia, ou não, mas já o fiz. Hoje, fá-lo-ei de novo.
Venho dar-vos conta dalguns momentos vividos nos últimos dias, que fazem parte de mim, e que representam um pouco daquilo que sou. Faço-o na perspectiva de que sigam o meu trilho, porque, garanto-vos, é um trilho que merece a pena seguir.
Numa destas noites, não muito distante, deliciei-me no Kit Kat Klub, em Berlim. A companhia foi excelente. Partilhei o espaço com Henrique Feist, Ana Lúcia Palminha, Pedro Laginha, Isabel Ruth, Fernando Gomes e tantos outros que naquela noite decidiram deixar os miúdos em casa e encarar uns momentos deliciosos no Cabaret. A quem ainda não passou por lá (Teatro Maria Matos), aconselho que o faça entretanto. O Cabaret irá fechar em breve. Será por imposição da ASAE? Faço esta pergunta porque ali pode-se fumar, sem que conseguisse vislumbrar um qualquer equipamento que garantisse que o fumo do tabaco não se propagasse a todo o estabelecimento. Pasmem-se!… Ali, os funcionários também fumam.
Algumas noites depois, a companhia mudou. Benjamin Button foi o senhor que se seguiu. Para aqueles que já o conhecem, confirmem: – vale, ou não, o tempo dispendido a ouvir contar a história daquele senhor?
E porque é de senhores que falamos, num destes dias, o Sr. (papá) Manteigas comemorou o seu aniversário. A partir daquele dia, e arredondando às dezenas, passou a contar com setenta Primaveras.







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