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Estamos a cerca de um mês do fim das aulas e também a cerca de um mês do fim da estadia das duas diplomadas em Saúde Ambiental  nas terras do reino da Dinamarca. Deixamos aqui o testemunho da Ana Carvalho e da Vanessa Cunha, recém diplomadas em Saúde Ambiental pela Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) que estão em mobilidade no âmbito do Programa Leonardo da Vinci na Aarhus Universitet em Aarhus (Dinamarca).

Que este testemunho (mais um!) sirva de motivação para aqueles que por cá ficaram porque, na verdade, ser estudante em mobilidade é muito mais do que ser apenas estudante. São novas experiências, novas culturas, novas competências e novos amigos, que se levam para a vida…

Às colegas já licenciadas Ana Carvalho e Vanessa Cunha desejamos a continuação de uma excelente aventura.

A Saúde Ambiental (ESTeSL) à descoberta da Dinamarca, na Universidade de Aarhus.

Chegámos à Dinamarca à pouco mais de dois meses e as saudades já começam a ser maiores. Contudo, a aventura continua a ser entusiasmante e sempre com o objetivo de aprender e conhecer mais a nível profissional e cultural.

Como já era de esperar, inicialmente o clima era constantemente frio e praticamente não se via vida na rua. Agora com o chegar da primavera, nota-se bem a diferença. Começamos a contemplar um país mais vivo, mais alegre e com as plantas a começarem a dar sinais de vida. Onde antes apenas havia espaços de terra, agora começa a ver-se relva, as árvores a ganhar folhas e as flores a abrirem. O clima está mais ameno e os dias são maiores.

Ultimamente, temos aproveitado os feriados e fins-de-semana para visitar e conhecer a cidade, nomeadamente locais emblemáticos e museus. No próximo fim-de-semana, pretendemos ir à Legoland (um dos maiores parques do mundo construído a partir de legos), pois os Legos tiveram origem aqui na Dinamarca, sendo por isso um local imperdível a visitar.

Em relação ao nosso projeto aqui na Universidade de Aarhus, este está a correr bem e como inicialmente planeado. Estamos a desenvolver um trabalho de revisão de literatura científica, no âmbito da exposição ocupacional a poeiras orgânicas na indústria da madeira. A experiência tem sido bastante enriquecedora, pois temos desenvolvido competências sobre a forma mais eficiente e correta de reunir toda a bibliografia científica existente na área.

Como inicialmente solicitado por nós, participámos recentemente na recolha de amostras em casas de famílias com crianças asmáticas, para um estudo relacionado com a prevalência de sintomas e a ventilação/renovação do ar.

Relativamente às pessoas daqui do Instituto (Institut for Folkesundhed), estas são muito acessíveis e descontraídas, tentando ajudar-nos sempre que precisamos e dando-nos conselhos sobre a cidade. No geral, a população aqui é bastante desportiva, encontramos todos os dias pessoas a correr e a andar de bicicleta em todo o lado, sendo esta um dos principais meios de transporte. Por curiosidade, até nos comunicaram que a probabilidade de sermos atropeladas por uma bicicleta é maior que por um carro.

O tempo tem passado a correr e já entrámos no nosso último mês desta “fria” aventura. Apesar de ansiosas pelo regresso a casa, queremos aproveitar ao máximo esta nossa estadia, por isso antes de aterrarmos em Portugal faremos ainda uma paragem por Copenhaga.

Assim…um até já!”

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