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O estudo “Avaliação da exposição a fungos e partículas em explorações avícolas e suinícolas” entretanto divulgado no site da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) corrobora a mais valia de uma intervenção multidisciplinar e concertada de diversos profissionais no que à avaliação da exposição a fatores de risco ocupacionais diz respeito e onde, naturalmente, a Saúde Ambiental tem um papel relevante.

Avaliação da exposição a fungos e partículas em explorações avícolas e suinícolas

O estudo em causa, financiado parcialmente pela ACT, pretendeu avaliar a contaminação causada por fungos e partículas em sete explorações avícolas e sete explorações suinícolas. Foram ainda adicionados dois objetivos ao estudo, designadamente: (i) aferir a existência de três espécies/estirpes potencialmente patogénicas/toxigénicas com recurso à biologia molecular; e (ii) avaliar a exposição dos trabalhadores à micotoxina aflatoxina B1 por recurso a indicador biológico de exposição.
O estudo foi coordenado pela Doutora Carla Viegas, docente da área científica de Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) em parceria com o Doutor Carlos Silva Santos da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSS) e encontra-se alojado numa das linhas de investigação do Grupo de Investigação em Ambiente e Saúde (GIAS).

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