Depois de a propósito da Greve dos TDT, quem fez? ter perguntado “Quem fez?… Quem foi à manifestação?”, chegou-nos a informação de que na manifestação em frente ao Ministério da Saúde onde, segundo consta não teriam estado mais de 200 Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica, estiveram presentes 9 Técnicos de Saúde Ambiental no exercício, além de um docente da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra que se fez acompanhar por uma estridente “claque” feminina. A propósito disto, o comentário que nos fizeram chegar foi, e passo a citar, “As alunas de SA de ESTSCoimbra são fantásticas!!“
Eu também acho. As de Coimbra, Beja, Lisboa, Porto e Macedo de Cavaleiros 🙂
É bom ver que também os estudantes já têm preocupações desta natureza, ainda que eventualmente induzidas.
Temos algumas fotografias da manifestação e assim que tivermos as devidas autorizações dos protagonistas, prometemos publicá-las aqui, fazendo uma actualização a este post (ver as imagens e os sons da manifestação).
Não tivemos oportunidade de ver, mas sabemos que houve uma reportagem em directo, aproximadamente às 17h15m, na TVI24.
Por fim, à semelhança daquele que é o sentimento dalguns colegas com quem falei, tenho pena que os Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica, e os Técnicos de Saúde Ambiental em particular, não se mobilizem.
Se passarem os olhos pelo mapa de adesão à greve da Secretaria-Geral do Ministério da Saúde ficarão surpreendidos pelos números apresentados. Das duas uma: (i) ou não contabilizam sequer os Técnicos de Saúde Ambiental dos Centros de Saúde (será que não sabem que somos Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica?); ou (ii) se os contabilizam, raros (ou nenhuns) são aqueles que aderiram à greve.
Se acham que os números que a Secretaria-Geral do Ministério da Saúde apresentaram são uma falácia, respondam-nos aqui, quem fez?…

Foi por correio electrónico que recebi, esta noite, uma mensagem que trazia como assunto “Negociação da Carreira“. Apesar de já não ser sindicalizado em nenhum dos sindicatos, aquele com o qual tinha vínculo ainda me vai enviando informações. Julgo que as recebo com um ou dois dias de atraso em relação aos colegas ainda sindicalizados. Digo isto porque já ontem havia recebido a mesma mensagem reencaminhada por uma colega, mas não a tinha ainda publicado por razões óbvias. Faço-o agora.